Self belayed climbing @ Cabo da Roca

1 11 2009

Solo Climbing  – Self belayed climbing @ Cabo da Roca

mPA310002

Route: “Direita” 100m (L1: 6a / L2: A0 /L3: V) – Espinhaço – Cabo da Roca (Portugal)

Time for completing the route: 4h

Gear: 1# rope 80m, 13# friends, 10# stoppers, 14# quickdraws, 3# slings, 1# jumar, 1#Gri Gri, 1# ATC, 8#carabiners with safety, 1# step aider, 1# pulley wheel

Water: 2l ( looks like a lot for 4h… but when I got home I had 1kg less than when I left!)

Here is how it all went:

.

mPA310001

The first part of the adventure was to put all the gear in my motorbike.

The second part, and maybe the most likely to go wrong, arrive at the end of the (off-) road without falling.

Both turn out to be doable, but not by a great margin. 😛

.

mPA310003

The third part of the adventure was going down to the beginning of the route. While going down through the access path you just feel you are going to a place you shouldn’t go.For those of you who don’t know this place, this is one of the scariest places where I have climbed. The shape of the rocks below give you the feeling that, if you fall on the ground (from climbing), you will not only die but also be seriously hurt and in pain (silly but if I had to choose I would prefer to crash into something softer). And the ocean, as it hits the rocks, seems to have the purpose of reminding you, every 5 seconds, of that unpleasant potential faith. Also the fact that there wasn’t any other soul around (as usual) also didn’t help. In others words the best context possible to try a different way of climbing: Self-belaying (with a Gri Gri).

.

mPA310012

I think this photo captures what I’ve just ment (you just have to add the constant sound of the waves crashing into those rocks to get the complete “picture”)…

.

mPA310015

This photo shows the first pitch after the first ascent (every pitch had two ascent – the first leading and the second with a, to retrieve the gear). This pitch was very easy but I struggled a bit with the place to have my first belay station (on the ground).

.

mPA310023

At belay station number 2 (end of the 1st pitch). Not too much room but quite comfy and with a great view.

.

mPA310024

Here is how I jumared the route. If  it was today I would change the lower carabiner for a safety one and would link it to my harness with a sling (it would make it safer).

.

mPA310029

… just before going for the 2nd pitch, which I have done almost completely in artificial climbing (the other pitches were done without any artificial aid for progression).

.

mPA310033

The third belay station (the end of the second pitch) had more room and the view wasn’t worst… If I hadn’t run out of water (2l) I would have stayed a little bit more…

mPA310040

The next and last pitch was just to follow the diagonal that you can see in the center of the picture.

.

mPA310041

After jumaring the last pitch the climbing day was over and with success (no one got killed)

 🙂

Greetings

R.

Advertisements

Actions

Information

9 responses

2 11 2009
gorkacu

Beautiful climbing. I enjoyed your website, especially the posts about psicobloc.

2 11 2009
ricardofb

Thanks,
I also liked yours!
Hasta
R.

4 11 2009
rui rosado

Excelente aventura!
Já fiz umas vias em solitário aí no espinhaço e uma pessoa sente-se realmente solitária não é?
Tens que experimentar jumarear com dois punhos em vez do 3:1 com o grigri, parece dificil ao inicio mas depois de apanhar o jeito voas parede acima!
Abraço
Rosado

4 11 2009
ricardofb

Tenho que experimentar isso!
De todas as maneiras que já tinha tentado esta foi a que me pareceu melhor (rápido qb e sem grande esforço).
Abraço
R.

4 11 2009
Paulo Roxo

Olá Ricardo.

De facto, com um pouco de prática, jumarear com os dois jumares, com diz o Rosado é a forma mais rápida. Sobretudo em terreno extra-prumado.
A/s perna/s colocada/s no estribo no jumar inferior e empurrando o corpo para cima ao mesmo tempo que se arrasta o jumar superior onde recai o peso. O truque principal consiste na medida ideal da cinta que une o jumar superior ao arnés. Nem muito longa, nem demasiado curta.

Quanto ao gri-gri, para assegurar a escalada “à frente”, cuidado com um detalhe perigoso que pode acontecer facilmente. Se o Gri estiver simplesmente caído, pendurado ao anel do arnés por um mosquetão de segurança, em caso de queda, o mosquetão de segurança pode rodar e receber a carga em posição horizontal, ou pior, pode tomar uma posição diagonal e o Gri-Gri escorregar até ao inicio da rosca do mosquetão (depende dos mosquetões) e fazer um efeito de alavanca brutal, podendo partir o mosquetão.

Parece confuso mas, pode ser facilmente demonstrado.

Eu tenho um Gri-Gri modificado para escalar em solitário e utilizo alguns pequenos truques para assegurar a posição do aparelho mesmo, em situação de queda.

Também na reunião inferior utilizo alguns truques (sobretudo se for reunião de friends). Nomeadamente, colocando um descensor (oito, ou outro), na reunião com uma laçada de corda activa, onde penduro a mochila, ou material excedente, em forma de contra-peso. Este sistema, faz um efeito de travamento dinâmico, para contrapor um pouco as características estáticas do Gri.

Não sei se te estou a passar informação util ou se já sabias estas coisas mas, olha, ficam aqui as dicas.

Um abraço e parabéns pela entrada em mais uma das variantes possiveis desta aventura que acarinhamos.

Paulo Roxo

5 11 2009
ricardofb

Muio agradeço o feedback!
Em relação à subida com os jumares estou praticamente convencido. 🙂
Quanto ao Gri Gri este já tem uma a modificação no sentido de ser mais rápido, mas ainda não tem a que lhe permitirá ficar “fixo” na posição ideal. Faz todo o sentido aquilo que dizes em relação a possiveis movimentos de torção e alavanca, mas eu li que ao fixar o Gri Gri também provocamos maiores problemas em termos de quedas de cabeça para baixo… supostamente a sua fixação impede que este se torça para o seu posicionamento correcto! O que achas?
Quanto ao dinamismo da reunião foi logo uma coisa que me apercebi que era importante para cortar o efeito gri gri! Tentei resolver dando um nó dinâmico no mosquetão do primeiro friend (colocado pós reunião), mas a folga de corda que deixei entre estes dois pontos foi desaparecendo à medida que escalava… Muito agradeço a dica que me parece excelente!

A braços fortemente entalados

R.

5 11 2009
Paulo Roxo

Olá Ricardo.

Pois é um facto que o gri fixo pode não bloquear em caso de queda de cabeça para baixo. Para reduzir o risco, a solução é ir fazendo nós na parte da corda que ainda não tenha passado nas protecções (na corda inactiva). Assim, em caso de queda, se o gri não bloquear automaticamente, irá ficar bloqueado no nó da corda. Como é evidente a queda será maior mas, pode salvar-te.
Outro truque, para largos que não sejam extra-prumados, consiste em levar a corda desenrolada numa mochila. Á medida que escalas a corda vai saíndo suavemente por cima do teu ombro, passando no gri-gri. A grande ventagem é que reduz bastante a confusão de cordas por debaixo dos pés.

Hasta.

Paulo Roxo

28 02 2010
Jsampaio

Boa técnica de recupeção.

Mas penso que a melhor técnica de subida em cabo, ainda é o conjunto Croll e Punho Jumar

28 02 2010
ricardofb

Penso que temos que proceder a um pepsi challenge entre as várias tecnicas, para chegarmos a um resultado preferêncial
😉

Leave a Reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out / Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out / Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out / Change )

Google+ photo

You are commenting using your Google+ account. Log Out / Change )

Connecting to %s




%d bloggers like this: